O tempo que passa na vida das pessoas é de facto um tempo único, face a sua irreversibilidade, que é uma constante implícita no tempo.
Porquanto, o tempo presente se constituirá em “tempo passado”, quando referirmos “esse tempo”, que não é possível reverter.
Sobretudo, pelas suas características atípicas ou não, invariáveis, circunstanciais ou esporádicas.
Com efeito, a irreversibilidade consome determinado tempo que é a sua missão reduzir todo o “espaço temporal”.
Cujo fenómeno é caracterizado pela sua irreversibilidade que exerce sobre o tempo a sua acção, porque não é possível reverter à sua situação anterior.
O tempo que passa já é um “tempo passado”, uma reminiscência, contudo uma lembrança fugidia desse imaginário.
Porquanto, o tempo é o momento, "uma actualidade concreta", tal como a vida é "universal e concreta" mas que passa, como tudo na vida (...).
A dinâmica da vida é constante e com ela a evolução é gradual, um princípio na natureza que envolve todo um conjunto harmoniosamente, sendo que a vida é a "essência" de tudo.
Sendo ela, a vida (...) que tudo integra, em que a espécie humana se revê, por ser sua pertença.
O ser humano é através da vida o ser dotado diferente dos animais, com a vertente da consciência e da racionalidade.
Contudo, o tempo esta grandeza, para o qual é o nosso tema a "irreversibilidade do tempo" que nos debruçamos nas multifacetadas situações em que o tempo e a vida "jogam" papel preponderante.
Por outro lado, considerando que o tempo é que "gere" a humanidade, por estabelecer sob o seu patrocínio determinada duração como "tempo de vida" das pessoas.
É racional pensar que o tempo supostamente de determinada pessoa, como tempo de permanência ou "tempo de vida", é aquele espaço temporal que alguém vive, porque lhe cabe certa longevidade.
Se mais longa, ou não, é uma "imprevisibilidade", porque ninguém saberá quanto tempo viverá.
Assim, o tempo exerce sobre a vida das pessoas esse seu aspecto culminante, porque está sob sua alçada a "duração de vida de alguém", como vigência temporal.
Que certamente terminará, a semelhança de um prazo termo, que é inevitável.
Curiosamente por se tratar do "destino" da espécie humana que vive e que se extingue no actual espaço global onde nos situamos.
Nesta conformidade, e cientes desta inevitabilidade, a humanidade sabe que vive, contudo uma "vida material" que é efémera e passageira.
Assim, na expectativa de deixar mais algumas considerações sobre o nosso tema a "irreversibilidade do tempo". António Cardoso
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