Sucedem-se
no tempo em que vivemos determinados acontecimentos, com os quais se tornaram
pela sua utilidade prática alguma experiência.
O
conhecimento empírico de experiências vividas que se baseiam em resultados
práticos concretos expressos pela sua evidência e demonstração.
Naturalmente, que o pormenor faz a
diferença, o que muitas vezes parece semelhante, é ilusão de óptica, a
especificidade é uma característica peculiar.
É indispensável recorrer a "alguma
aprendizagem", algo que se materializou, pela sensibilidade e subtileza
dos factos que se traduziram favoravelmente.
Tendo como referência determinados
pormenores, sobretudo uma reflexão sistemática, em que os prós e contras têm
grande relevância.
Se tivermos em consideração, que o rigor, o
escrutínio das ideias, obedecendo certo "fio condutor".
Só a experiência, é capaz de
"remover" o supérfluo do substancial, o conhecimento trazido pela
experiência vivida estão em sintonia com as ideias traçadas.
A experiência é uma conquista que se faz
através dos tempos, uma vivência que passa a constituir um
"ensinamento", pela confiança que vai aumentado à medida desse
conhecimento "residual".
Com o decorrer do tempo, como geralmente
acontece em quase tudo na vida (...), a perda, desvalorização, o seu valor de
utilidade, já não é o mesmo torna-se obsoleto.
A experiência, esta não reduz nenhuma
diminuição ou depreciação, antes pelo contrário o seu valor torna-se útil, porque
acompanha o "curso da vida" porque se actualiza, de vivência em
vivência.
As experiências caracterizam-se não na
abstracção, mas concretas na vida prática, daí o interesse da realidade e das
"coisas palpáveis", que redundam em resultados que existem de facto.
A experiência não é pura
"imaginação", é algo (...) experimentado e materializado, com a qual
se tem uma percepção da representação de algo concreto.
Na expectativa de puder deixar mais algumas
considerações sobre o tema a “irreversibilidade
do tempo”. António Cardoso
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