segunda-feira, 14 de agosto de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 385



Sucedem-se no tempo em que vivemos determinados acontecimentos, com os quais se tornaram pela sua utilidade prática alguma experiência.

O conhecimento empírico de experiências vividas que se baseiam em resultados práticos concretos expressos pela sua evidência e demonstração.

Naturalmente, que o pormenor faz a diferença, o que muitas vezes parece semelhante, é ilusão de óptica, a especificidade é uma característica peculiar.

É indispensável recorrer a "alguma aprendizagem", algo que se materializou, pela sensibilidade e subtileza dos factos que se traduziram favoravelmente.

Tendo como referência determinados pormenores, sobretudo uma reflexão sistemática, em que os prós e contras têm grande relevância.

Se tivermos em consideração, que o rigor, o escrutínio das ideias, obedecendo certo "fio condutor".

Só a experiência, é capaz de "remover" o supérfluo do substancial, o conhecimento trazido pela experiência vivida estão em sintonia com as ideias traçadas.

A experiência é uma conquista que se faz através dos tempos, uma vivência que passa a constituir um "ensinamento", pela confiança que vai aumentado à medida desse conhecimento "residual".

Com o decorrer do tempo, como geralmente acontece em quase tudo na vida (...), a perda, desvalorização, o seu valor de utilidade, já não é o mesmo torna-se obsoleto.

A experiência, esta não reduz nenhuma diminuição ou depreciação, antes pelo contrário o seu valor torna-se útil, porque acompanha o "curso da vida" porque se actualiza, de vivência em vivência.

As experiências caracterizam-se não na abstracção, mas concretas na vida prática, daí o interesse da realidade e das "coisas palpáveis", que redundam em resultados que existem de facto.

A experiência não é pura "imaginação", é algo (...) experimentado e materializado, com a qual se tem uma percepção da representação de algo concreto.


Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o tema  a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

Sem comentários:

Enviar um comentário