terça-feira, 15 de agosto de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 386



O tempo atravessa épocas, longos períodos de tempo, uma larga temporada, é subtil e tem encanto quando nos referimos a determinado tempo como “tempo passado”.

O tempo presente, o futuro e o tempo já passado, é uma marca da actualidade dos nossos dias.

E relativamente ao “tempo passado”, são reminiscências que nos permite lembrar desse período fantástico.

Esta faculdade intrínseca a espécie humana, que se traduz no talento desta possibilidade de retractar determinadas vivências, acontecimentos, uma multiplicidade de situações.

A esmagadora maioria das pessoas tem esta característica, uma aptidão subjacente, que emerge da sua constituição orgânica, de que se é formado.

De puder reproduzir determinados factos situações diversas que o tempo não "apagou", que se mantém na memória por tempo indefinido (...).

De facto a humanidade, é um potencial incalculável de histórias, um diversificado número de acontecimentos que já ocorreram.

Sendo que as mesmas constituem uma fonte inesgotável "retidas no imaginário", do grande universo de situações (...).

Realmente as vivências são representadas por seu orador, porque as viveu, sendo o protagonista de determinados acontecimentos ou situações.

A reconstrução de um "tempo passado" reside no subconsciente (…), em que estão implícitas toda uma vivência.

Á medida em que se envelhece há a tendência da recordação no imaginário desse passado.

Contudo, que se guarda, e que retira dessas memórias, quando fôr caso disso, porque se está receptivo em que se organize, à semelhança de um "filme".

Que se revelam o conteúdo de informações ou imagens, que retractam (...), dão determinada forma como que algo se estivesse a "passar no momento".

Contudo, recordar determinados períodos de uma vivência, é intrínseco e salutar para a humanidade que assim aconteça, sobretudo pela sua racionalidade (...) algo que não podemos ignorar.


Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo". António Cardoso 

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