O tempo
atravessa épocas, longos períodos de tempo, uma larga temporada, é subtil e tem
encanto quando nos referimos a determinado tempo como “tempo passado”.
O tempo
presente, o futuro e o tempo já passado, é uma marca da actualidade dos nossos
dias.
E relativamente
ao “tempo passado”, são reminiscências que nos permite lembrar desse período
fantástico.
Esta faculdade intrínseca a espécie humana, que se traduz no
talento desta possibilidade de retractar determinadas vivências, acontecimentos,
uma multiplicidade de situações.
A esmagadora maioria das pessoas tem esta característica, uma
aptidão subjacente, que emerge da sua constituição orgânica, de que se é
formado.
De puder reproduzir determinados factos situações diversas que o
tempo não "apagou", que se mantém na memória por tempo indefinido
(...).
De facto a humanidade, é um potencial incalculável de histórias,
um diversificado número de acontecimentos que já ocorreram.
Sendo que as mesmas constituem uma fonte inesgotável
"retidas no imaginário", do grande universo de situações (...).
Realmente as vivências são representadas por seu orador, porque
as viveu, sendo o protagonista de determinados acontecimentos ou situações.
A reconstrução de um "tempo passado" reside no
subconsciente (…), em que estão implícitas toda uma vivência.
Á medida em que se envelhece há a tendência da recordação no
imaginário desse passado.
Contudo, que se guarda, e que retira dessas memórias, quando fôr
caso disso, porque se está receptivo em que se organize, à semelhança de um
"filme".
Que se revelam o conteúdo de informações ou imagens, que
retractam (...), dão determinada forma como que algo se estivesse a
"passar no momento".
Contudo, recordar determinados períodos de
uma vivência, é intrínseco e salutar para a humanidade que assim aconteça,
sobretudo pela sua racionalidade (...) algo que não podemos ignorar.
Na expectativa de puder deixar mais algumas
considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo". António
Cardoso
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