sábado, 19 de agosto de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 390



A ínfima fracção do “espaço temporal” é o instante (…), responsável pela afirmação de tantos e tantos acontecimentos.

Efectivamente, é num instante (…), que tudo acontece uma infinidade de situações que ocorrem no actual espaço global.

Se considerarmos que diariamente num espaço de vinte e quatro horas, sucede um número incalculável do grande universo de situações.

A “grandeza” que é o tempo encerra em si mesma todo o seu potencial do incomensurável tempo que ele é.

As pessoas utilizam o tempo disponível para tudo o que quiserem fazer na vida, e contam com ele, como um elemento essencial em que a sua indispensabilidade é um facto.

É racional pensar que o tempo ocupa uma posição "privilegiada", porquanto tudo acontece sob o seu patrocínio, em que ele se coloca a mercê das pessoas.

Sobretudo, pela disponibilidade que oferece o seu "bom tempo", favorável para fazer certos trabalhos, um espaço de tempo susceptível para empreender levar por diante compromissos ou tarefas.

É natural, estar-se acostumado a prever o tempo, as melhores condições para as actividades diárias, porquanto o tempo vai definir horários porque se está a ele vinculado.

O tempo "improvável" pois afecta uma infinidade de actividades humanas, pela ausência de probabilidade de um "bom tempo".

São vários os factores que influenciam directamente nas pessoas, uma delas é o tempo, a vivência de um "bom tempo" favorável, porque faz delas a rotina diária que calculam com os diversos afazeres.

A necessidade da ocupação do tempo, vai moldar às pessoas a adaptação de novas tarefas, o tempo é sempre aproveitado porque se valoriza esse tempo disponível.

O tempo é utilizado diariamente em que se cumpre determinadas tarefas sistemáticas, às vezes é escasso para desenvolver outras tarefas afins.

A atitude das pessoas é forte porque está motivado o trabalho, que fazem com prazer e alegria porque dele depende o bem-estar que se reflecte no estado geral pela predisposição da harmonia e a saudável convivência.

De facto, o tempo é como se fosse a uma “matéria–prima” em que a humanidade reconhece a sua importância vital, sobretudo pela sua anterioridade tão ancestral.

Um vínculo que a humanidade mantém com o tempo pela sua coabitação que une indissoluvelmente.

Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o nosso tema a ”irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

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