A
ínfima fracção do “espaço temporal” é o instante (…), responsável pela
afirmação de tantos e tantos acontecimentos.
Efectivamente,
é num instante (…), que tudo acontece uma infinidade de situações que ocorrem
no actual espaço global.
Se
considerarmos que diariamente num espaço de vinte e quatro horas, sucede um número
incalculável do grande universo de situações.
A
“grandeza” que é o tempo encerra em si mesma todo o seu potencial do
incomensurável tempo que ele é.
As
pessoas utilizam o tempo disponível para tudo o que quiserem fazer na vida, e
contam com ele, como um elemento
essencial em que a sua indispensabilidade é um facto.
É racional pensar que o tempo ocupa uma
posição "privilegiada", porquanto tudo acontece sob o seu patrocínio,
em que ele se coloca a mercê das pessoas.
Sobretudo, pela disponibilidade que oferece
o seu "bom tempo", favorável para fazer certos trabalhos, um espaço
de tempo susceptível para empreender levar por diante compromissos ou tarefas.
É natural, estar-se acostumado a prever o
tempo, as melhores condições para as actividades diárias, porquanto o tempo vai
definir horários porque se está a ele vinculado.
O tempo "improvável" pois afecta uma
infinidade de actividades humanas, pela ausência de probabilidade de um
"bom tempo".
São
vários os factores que influenciam directamente nas pessoas, uma delas é o tempo, a vivência de um "bom tempo" favorável, porque faz delas a rotina diária que calculam com os diversos
afazeres.
A
necessidade da ocupação do tempo, vai moldar às pessoas a adaptação de novas
tarefas, o tempo é sempre aproveitado porque se valoriza esse tempo disponível.
O
tempo é utilizado diariamente em que se cumpre determinadas tarefas
sistemáticas, às vezes é escasso para desenvolver outras tarefas afins.
A
atitude das pessoas é forte porque está motivado o trabalho, que fazem com
prazer e alegria porque dele depende o bem-estar que se reflecte no estado geral
pela predisposição da harmonia e a saudável convivência.
De
facto, o tempo é como se fosse a uma “matéria–prima” em que a humanidade reconhece
a sua importância vital, sobretudo pela sua anterioridade tão ancestral.
Um
vínculo que a humanidade mantém com o tempo pela sua coabitação que une
indissoluvelmente.
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