sexta-feira, 14 de julho de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 360

É pela firme convicção que as pessoas têm, expressas por sentimento de segurança, uma garantia relativamente naquilo que acreditam.

É a segurança que se adquire que denota nas pessoas a predisposição, uma consequência agradável que atinge a dignidade.

Sobretudo, pela capacidade a auto-confiança de si própria, que se traduz em  e serenidade, uma vida autêntica e tranquila.

Sim, quando acreditamos em nós mesmos, existe uma responsabilidade acrescida: o não arriscar coloca-se a expressão: "Por dá cá aquela palha".

Assim é natural que a "palha" que se desvaloriza, portanto sem valor, não é conveniente arriscar por algo insignificante.

Pois não merece a pena enfrentar, correr algum "risco" comprometer-se ou perder o prestígio que afecte alguma importância pela perda de influência de circunstâncias que podem ou não ser prejudiciais.

Com efeito, a garantia é a medida cautelar que a sua intenção é assegurar algo (...), sob compromisso entre várias partes interessadas visando o interesse de cada uma delas salvaguardando possíveis direitos e afins.

É nesta sequência em que a firme convicção está assente porque sustenta o objectivo que é de fortalecer  e atribuir confiança e tranquilidade.

São acções que retomam determinada estabilidade que visam melhorar gradualmente, porque não limitam as actividades e estas se desenrolam com outras realidades em torno do mesmo espírito de confiança.

Nesta conformidade é normal que certos actos e acções exercidos de forma sistemática, venham a constituir pela sua frequência e utilidade prática alguma imperfeição ou um mau costume que se tornou habitual, por um lado.

Por outro lado, é não mais do que uma mera dependência de "alguém" que vê obrigado a continuar por ser incapaz de suster com o vicio prejudicial.

Assim na vida e no tempo em que vivemos e face a conjuntura actual, em que a diversidade de situações são incalculáveis, sobretudo pelo factor humano estar exposto a circunstâncias imprevisíveis.

A que a humanidade está ciente desse pressuposto, com o qual convive desde sempre, tentando tão necessário quanto possível, puder neutralizar diversos actos e acções reprováveis pela sociedade a que se está inserido.

Na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo". António Cardoso.












Sem comentários:

Enviar um comentário