É pela firme convicção
que as pessoas têm, expressas por sentimento de segurança, uma garantia relativamente
naquilo que acreditam.
É a segurança que se adquire que denota nas pessoas a
predisposição, uma consequência agradável que atinge a dignidade.
Sobretudo, pela capacidade a auto-confiança de si própria, que se traduz em e serenidade, uma vida autêntica e tranquila.
Sim, quando acreditamos em nós mesmos, existe uma
responsabilidade acrescida: o não arriscar coloca-se a expressão: "Por dá
cá aquela palha".
Assim é natural que a "palha" que se desvaloriza,
portanto sem valor, não é conveniente arriscar por algo insignificante.
Pois não merece a pena enfrentar, correr algum "risco"
comprometer-se ou perder o prestígio que afecte alguma importância pela perda
de influência de circunstâncias que podem ou não ser prejudiciais.
Com efeito, a garantia é a medida cautelar que a sua intenção é
assegurar algo (...), sob compromisso entre várias partes interessadas visando o
interesse de cada uma delas salvaguardando possíveis direitos e afins.
É nesta sequência em que a firme convicção está assente porque sustenta o objectivo que é de fortalecer e atribuir confiança e tranquilidade.
São acções que retomam determinada estabilidade que visam melhorar
gradualmente, porque não limitam as actividades e estas se desenrolam com outras realidades em torno do mesmo
espírito de confiança.
Nesta conformidade é normal que certos actos e acções exercidos
de forma sistemática, venham a constituir pela sua frequência e utilidade
prática alguma imperfeição ou um mau costume que se tornou habitual, por um lado.
Por outro lado, é não mais do que uma mera dependência de
"alguém" que vê obrigado a continuar por ser incapaz de suster com o
vicio prejudicial.
Assim na vida e no tempo em que vivemos e face a conjuntura
actual, em que a diversidade de situações são incalculáveis, sobretudo pelo
factor humano estar exposto a circunstâncias imprevisíveis.
A que a humanidade está ciente desse pressuposto, com o qual convive
desde sempre, tentando tão necessário quanto possível, puder neutralizar diversos
actos e acções reprováveis pela sociedade a que se está inserido.
Na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas
considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo". António
Cardoso.
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