Efectivamente a humanidade condicionada a viver determinada “vida
material", aliás, uma vez mergulhados no actual mundo que vivemos, essa questão de viver
é imperativa e irreversível.
Viver e terminar como existência física é uma condição que
está imposta para espécie humana sobretudo pela constituição orgânica formada
por corpo,-matéria, perecível .
Existir por “dado tempo” é equivalente a um tempo de vida, que
é concretamente o que sucede a humanidade na sua generalidade e ao indivíduo em
particular.
É evidente que a vida neste actual mundo global termina
aquando da falência orgânica de cada um, condicionado a viver uma “vida
material”.
Assim, ciente deste pressuposto, algo contrário a apetência
humana, esta negatividade conectada
pela nostalgia que afecta o estado anímico e psicológico.
Um facto actual e concreto, se tivermos em consideração que
a efemeridade da vida é um facto consumado.
Resta compreender que
a humanidade para além da sua constituição orgânica,, por corpo-matéria, também tem
uma componente sobrenatural, alma, espirito.
Porém esta componente “sobrenatural” que é pouco referida,
porquanto a experiência desse mundo material, é sobre a existência física, que
se deteriora, o que equivale a dizer que se extingue por ocorrência da falência
orgânica.
Por isso é que “ninguém" se refere a uma “outra vida”, evidentemente
porque não conhece, nem tem fundamentos para qualquer referência a esse respeito.
O que é prática
corrente, é que terminada a existência física de “alguém” significa dizer que aquela
pessoa deixa de existir, contudo, (…).
O que tentamos “extrapolar” referindo existir essa
componente alma, espírito, é a nossa “visão” sobre essa "especificidade" da alma,
espírito, que não pertence a este mundo material,
A realidade de origem material, esta temos já experimentado neste
actual mundo global, onde “nascemos” e terminamos pela extinção da matéria de que somos
formados organicamente.
Como dissemos atrás a componente alma, espírito, que é
difícil encontrar palavras para verbalizar esta "especificidade", que sabemos existir (…).
No entanto, o que extrapolamos para esta verdade que a vida
material que vivemos no actual mundo global, ela termina de facto, porque é o
seu último acto, enquanto existência física, formado por corpo-matéria.
Certamente, que é “incógnita “ esta
discussão pela inexistência de fundamentos, o mais fácil é dizer, sim
efectivamente, quando terminar a “vida material ou vida terrena”, termina tudo,
não há mais vida (...).
Claro que assim é relativizar
que o mundo que vivemos termina para aquele que “morre”, os nossos discursos
afirmam existir uma outra “vida” com “especificidade” sobrenatural,
alma-espírito.
Continuamos a insistir, que haverá outra dimensão de vida (…)
é evidente que não será material, "esta vida material que vivemos já mostrou ao
que vinha”, viver e terminar no actual mundo global.
São extrapolações que fizemos, porquanto não nos revimos no
final desta vida material e subsequentemente não há mais nada?! (…).
Sem comentários:
Enviar um comentário