sexta-feira, 16 de junho de 2017

"A irreversibilidade do tempo (...) 333

Na vida e no tempo em que vivemos, em que se adquire toda uma experiência pela obtenção prática exercitada no tempo (…), a semelhança de um “ensaio”, ter essa faculdade para modificar determinado percurso.

Com efeito, puder alterar significa fazer melhor, sobretudo pela experiência já adquirida, o que vai comprovar que determinado fenómeno existencial implícito à humanidade, pode ser contrariado.

Sobretudo se se tiver a oportunidade, face a experiência que se tem, pela utilidade prática já “vivida” certificar dessa existência concreta, e puder fazer o melhor, certamente que está ao alcance pela experiência já obtida. 
  
Há circunstâncias que ocorrem em determinado momento, face ao aglomerado de situações, que é necessário estar a altura para remover e neutralizar algo que (…) supostamente embaraçoso e prejudicial, porquanto dada a certa experiência é possível modificar.

Essas circunstâncias estiveram na origem com as implicações de uma vida repleta de contradições várias, caracterizadas por uma vivência quotidiana que foi abortada no momento certo, algo que poderia ter outras consequências.

Em que a visão sobre determinada experiência fazia presumir a continuidade, mas face ao conhecimento empírico de algumas diferenças e assimetrias no âmbito das relações diversas, nomeadamente sociais, de trabalho ou de amizade foram estas interrompidas por ter sido a melhor solução.

Assim, a experiência de algo (…), relativamente para avaliar a actual conjuntura, os imperativos de uma sociedade com elevada dimensão ética, as semelhanças eram visíveis  e a igualdade das relações eram idênticas como momentos anteriores, contudo existiu uma modificação repentina, surgiu um outro modelo.

Porquanto se estava em presença do novo "paradigma" um modelo diametralmente oposto aos nossos propósitos e convicção, embora o nosso conhecimento empírico apontava para a mudança de “paradigma” que se verificou.

E o que parecia semelhante, designadamente aquela vivência saudável de uns com outros, sucederam-se algumas desigualdades pelas situações desagradáveis.

Determinadas dificuldades que foram ultrapassadas, quanto as semelhanças porque estão conectadas com a existência de uma ligação ou alguma afinidade, estas permaneceram porque sendo sinceras se mantiveram fiéis,  face a nossa experiência, por um lado.

Por outro lado, as diferenças estas são claras porque existe uma característica, um traço peculiar que identifica alguma desigualdade, a percepção expressa não deixa dúvidas, embora parecido é de facto diferente.

Assim concluímos que um dado importante é viver da experiência, ter à partida um leque de soluções para as situações imprevisíveis, contudo, a “imprevisibilidade” é em si mesma uma referência abstracta e desigual nunca é um dado adquirido, sobretudo porque a contingência é diferente bem como o seu pormenor.


Na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas considerações sobre o tema sobre a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

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