O percurso da vida de cada um é singular, sendo único para
determinada pessoa, sobretudo por conter pormenores também invulgares
decorrente da exclusividade de ser aquela pessoa X como irrepetível , algo (…) que não se repete,
acontecendo apenas uma única vez.
É assim a condição humana de cada um, a pessoa em concreto é
única e indivisível um ser com existência física temporal, que vive determinado
tempo de vida que poderá ser X ou Y, variando de pessoa para pessoa, o tempo
estimado que poderá viver.
No entanto é um tempo que acontece, todo um universo de
situações, um sem número de percursos que cada um faz,
sendo contudo específico e compete
unicamente a cada um fazer.
Porquanto é impossível “alguém” fazer o percurso que é aquele
que determinada pessoa terá que o fazer um trajecto que lhe pertence em exclusivo.
Contudo existem pressupostos que impõem categoricamente
determinado percurso, ou porque se está privado de liberdade ou por outro tipo
de opressão ou constrangimentos.
Ou ainda pela necessidade económica que condiciona para uma
qualquer mudança, uma alteração com a finalidade de modificar determinado
estado incompatível com o desígnio que se quer prosseguir.
Assim compreendemos que os percursos seriam outros se houvesse
solidez económica certamente este desígnio
consolidado com a necessária convicção o desfecho será
positivo.
Quantos desígnios se deixaram por fazer, face ao “aguilhão”
do obstáculo económico, que procura indiscriminadamente atingir as suas
vítimas, a humanidade desde há imenso tempo sabe desde factor que altera
substancialmente a vida das pessoas.
No entanto, alguns desses percursos por não ser possível retomar
aquela direcção que a irreversibilidade condicionou.
Também uma série de impedimentos, modificaram
decisivamente qualquer intenção de continuar com determinado objectivo.
Houve outros percursos que tiveram desenlace favorável
porquanto foi possível contornar toda uma situação adversa por identificar o
problema principal, neutralizando que
foram as falsas expectativas que pretendiam iludir
a realidade.
É certo que o encadeamento e frontalidade de certas questões
concorrem para a descoberta das soluções, quando são estas discutidas com a
isenção e transparência.
Na vida e no tempo em que vivemos é recorrente que algumas
pessoas pela mediocridade subjacente em si mesmas tentem levar por diante as
suas intenções para obstruir criando dificuldades, que às vezes algumas delas são insanáveis.
Sendo necessário mudar de paradigma para suster radicalmente
e terminar com certo clima de situações indesejáveis.
São residuais as características e a propensão que “algumas
pessoas” têm para se sentir naturalmente
confortáveis com a desvantagem ou insucesso de outrem.
É de facto que o carácter de cada um que acumula em
qualidades e defeitos, sendo que no caso concreto, os defeitos suplantam as
qualidades.
Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações
sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”, fizemos desta forma. António
Cardoso
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