segunda-feira, 19 de setembro de 2016

"A irreversibilidade do tempo" (...) 183




O percurso da vida de cada um é singular, sendo único para determinada pessoa, sobretudo por conter pormenores também invulgares decorrente da exclusividade de ser aquela pessoa X  como irrepetível , algo (…) que não se repete, acontecendo apenas uma única vez.

É assim a condição humana de cada um, a pessoa em concreto é única e indivisível um ser com existência física temporal, que vive determinado tempo de vida que poderá ser X ou Y, variando de pessoa para pessoa, o tempo estimado que poderá viver.

No entanto é um tempo que acontece, todo um universo de situações,  um  sem número de percursos que cada um faz, sendo contudo específico e compete  unicamente a cada um fazer.

Porquanto é impossível “alguém” fazer o percurso que é aquele que determinada pessoa terá que o fazer um trajecto que lhe pertence em exclusivo.

Contudo existem pressupostos que impõem categoricamente determinado percurso, ou porque se está privado de liberdade ou por outro tipo de opressão  ou constrangimentos.

Ou ainda pela necessidade económica que condiciona para uma qualquer mudança, uma alteração com a finalidade de modificar determinado estado incompatível com o desígnio que se quer prosseguir.

Assim compreendemos que os percursos seriam outros se houvesse solidez económica certamente este desígnio consolidado com a necessária convicção o desfecho será positivo.

Quantos desígnios se deixaram por fazer, face ao “aguilhão” do obstáculo económico, que procura indiscriminadamente atingir as suas vítimas, a humanidade desde há imenso tempo sabe desde factor que altera substancialmente a vida das pessoas.

No entanto, alguns desses percursos por não ser possível retomar aquela direcção que a irreversibilidade condicionou.

Também uma série de impedimentos, modificaram decisivamente qualquer intenção de continuar com determinado objectivo.

Houve outros percursos que tiveram desenlace favorável porquanto foi possível contornar toda uma situação adversa por identificar o problema principal,  neutralizando que foram as  falsas expectativas que pretendiam iludir a realidade.

É certo que o encadeamento e frontalidade de certas questões concorrem para a descoberta das soluções, quando são estas discutidas com a isenção e transparência.

Na vida e no tempo em que vivemos é recorrente que algumas pessoas pela mediocridade subjacente em si mesmas tentem levar por diante as suas intenções para obstruir criando dificuldades, que às vezes algumas delas são insanáveis.

Sendo necessário mudar de paradigma para suster radicalmente e terminar com certo clima de situações indesejáveis.

São residuais as características e a propensão que “algumas pessoas”  têm para se sentir naturalmente confortáveis com a desvantagem ou insucesso de outrem.

É de facto que o carácter de cada um que acumula em qualidades e defeitos, sendo que no caso concreto, os defeitos suplantam as qualidades.


Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”, fizemos desta forma. António Cardoso

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