O tempo traduz a
certeza de que é efémera a vida em que vivemos, uma realidade constante,
sobretudo se tivermos em consideração que o tempo que “alguém” vive é relativo
por depender de uma série de factores.
Assim , pudemos
enumerar a dependência que “alguém” tem, por exemplo: o estado de saúde sendo
debilitado, é uma condição prematura irreversível e se esta situação
prevalecer, claramente que terminará com o desfecho fatal.
Porque se é enfermo,
consequentemente que a doença é uma condicionante mórbida a arruinar a vida de
forma lenta.
Outra dependência natural é o envelhecimento,
pelas consequências da falência do organismo e o sistema fisiológico, por
afectar órgãos principais.
A vulnerabilidade do
organismo ocorre face a um conjunto de anomalias que ocasionam disfunções,
alterando o bom e o normal funcionamento.
A multiplicidade de
células são indispensáveis para garantir a sua capacidade genética dessa
diversidade, porquanto elas são as responsáveis para o rejuvenescimento e
potenciar a qualidade saudável que deve existir na vida das pessoas.
No decorrer da vida e
face a passagem do tempo, os sintomas são visíveis, sobretudo pelas
deficiências e fragilidades, que vão sucedendo gradual, silenciosa e discretamente
decorrente do estado de senescência, que é ,concretamente, o processo natural
de envelhecimento.
Contudo, a manutenção
das necessidades básicas decorre normalmente nas pessoas idosas em que este fenómeno
é recorrente sobretudo nas pessoas da
terceira idade, neste no caso concreto.
No entanto, por
demência do estado de saúde de "alguém", poderá ocorrer,
inevitavelmente mais cedo, essa incompatibilidade, se for afectado pela perda física que limite os
movimentos, a robustez física, claramente que já não é a mesma, as debilidades
se fazem sentir.
O envelhecimento está
associado as condições que se referem ao processo somático e a ele referente,
sendo portanto visível na massa corporal, e que se reflecte na robustez física
por insuficiência dos órgãos.
No entanto é de referir que o envelhecer no feminino ou
no masculino não é igual, existem factores genéticos, a considerar e por isso os
diferencia.
Acrescendo ainda que,
também o modo como se envelhece, por exemplo: sozinho ou no seio da família,
casado, solteiro, viúvo ou divorciado, com filhos ou sem filhos, no meio urbano
ou no meio rural, na faixa do mar ou na intelectualidade das profissões culturais,
país de origem ou no estrangeiro.
No envelhecimento
psíquico há, de facto alguma redução, constituindo vulnerabilidade, no entanto, a pessoa é
por consequência mais esclarecida para aceitar e tolerar a dor.
Contudo, por
interiorizar melhor esta dependência readquire
a aprendizagem para adaptar-se e saber lidar
com esta disfunção.
A pessoa idosa sabe
quanto importante é ser autónoma, para manter a sua relação de liberdade com os
demais e com o mundo que a rodeia.
Assim o nosso
discurso procurou a direcção exacta para pudermos deixar mais algumas
percepções sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso
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