Na vida
e no tempo em que se vive existe um número “incalculável” do universo de
situações que não é possível quantificar.
São vários séculos (...) e o tempo é o
mesmo, a mesma “grandeza” a inquietar a humanidade, sobretudo pelo seu
"fascínio", pela relação que ela mantém com o tempo.
Essa existência "intemporal" sem
princípio nem fim (…), uma anterioridade à humanidade inquestionável, porquanto
o tempo existiu primeiro (...).
Contudo, a magnitude dessa extensão de
"situações", é relevante para aferir afinal a "grandeza" do
tempo porque tudo acontece sob o seu domínio.
Os fenómenos sucedem-se, sendo ele o topo
de todos estes acontecimentos de circunstâncias e suas consequências
imprevisíveis.
Homens e mulheres de várias origens,
lugares e sítios recônditos ou não, na diversidade da vida, no meio urbano ou
rural.
Cada lugar em que se encontre o fenómeno
acontece no único e mesmo referencial que é o tempo.
Que afecta e implica substancialmente a
vida das pessoas, assim é possível identificar o tempo como fundamental, uma
realidade que se sente (…).
Com efeito não se vê, nem se toca, contudo
é a “sublimidade sobrenatural”.
Assim, sendo ele tão importante é natural,
que se esperem os benefícios do seu bom tempo.
Pelas condições desse bom tempo favorável
para o trabalho, um momento oportuno que assegura diversas tarefas porque
permite um melhor desempenho.
É de facto esta realidade que nos
habituamos a viver sob o seu patrocínio, que nos adaptamos pelos seus períodos
atípicos.
No entanto, esta presença sobre qual passa
por ele toda a realização humana, concretamente pela execução de certas metas e
objectivos que se pensa que deverá concluir-se no tempo X ou Y.
Se tivermos em consideração que é ele quem
gere, porque se coloca, como imperativo desse "desígnio", para dar
cumprimento do que se pretende passando das palavras a acção prática.
Pois o tempo é o "arbitro", que
gere o "jogo da vida", em que as pessoas se revêem nesse
"jogo", sendo necessário para um bom resultado, alguém que garante o
cumprimento das regras.
Nesta conformidade, e na expectativa de puder
deixar mais algumas considerações sobre o nosso tema a "irreversibilidade
do tempo". fizemos desta forma.
António Cardoso
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