A
compreensão de algo (…), é relativa porque tem efeitos imediatos na altura
própria, concretamente, o que acontece em determinada circunstância se traduz
em consequência.
Sendo relativo porque envolve uma relação
de uma outra "coisa", não explícita, segundo a qual certo acto ou
acção se expressa dessa forma, imperativa que impõe certa orientação.
Assim, o que é imediato se desenvolve pela
solução adequada que é aquela que se apresenta, sendo portanto exequível a situação
em concreto.
Por isso é que certa acção circunstancial,
inevitavelmente tem a sua consequência, boa ou não, mas é aquela cuja tendência
levou a determinado desfecho.
É o que sucede na vida que se vive
"coisas inexplicáveis", que em certa conjuntura, seguiu-se
determinada "rotina", uma forma já habitual desse estilo de vida.
Na actualidade da vida (...), em que se
procura "conexões", pessoas e realidades, de maneira que o
conhecimento empírico trazido pela observação e experiências, pela oportunidade
dessas vivências.
Mobiliza as pessoas para essa descoberta,
puderem experimentar outras "realidades" sobre os modos dessas
vivências com as tarefas e os diversos trabalhos, a relação que aí se estabelece.
As actividades ligadas ao trabalho e os
seus efeitos ligados a várias exigências, sendo que o tempo é o primeiro factor
a ter em atenção, designadamente pelas horas atribuídas.
Não se tem o tempo todo a cada dia é uma
"porção", como se de uma doze se tratasse que é necessária para
realizar e elaborar uma diversidade de tarefas.
Porquanto, o trabalho é a semelhança de substracto,
que contém na sua essência essa "quantidade" infindável de afazeres e
tarefas, que se renova todos os dias de forma inextinguível dessa acção
laboral.
Sobretudo, porque dela depende toda a
sustentabilidade e sobrevivência das pessoas.
Que encontram o motivo das suas vidas, um
objectivo aliada a razão e fundamento, uma intuição lógica desse desígnio.
Na expectativa de puder deixar mais algumas
considerações sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso
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