sábado, 22 de julho de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 368



A compreensão de algo (…), é relativa porque tem efeitos imediatos na altura própria, concretamente, o que acontece em determinada circunstância se traduz em consequência.

Sendo relativo porque envolve uma relação de uma outra "coisa", não explícita, segundo a qual certo acto ou acção se expressa dessa forma, imperativa que impõe certa orientação.

Assim, o que é imediato se desenvolve pela solução adequada que é aquela que se apresenta, sendo portanto exequível a situação em concreto.

Por isso é que certa acção circunstancial, inevitavelmente tem a sua consequência, boa ou não, mas é aquela cuja tendência levou a determinado desfecho.

É o que sucede na vida que se vive "coisas inexplicáveis", que em certa conjuntura, seguiu-se determinada "rotina", uma forma já habitual desse estilo de vida.

Na actualidade da vida (...), em que se procura "conexões", pessoas e realidades, de maneira que o conhecimento empírico trazido pela observação e experiências, pela oportunidade dessas vivências.

Mobiliza as pessoas para essa descoberta, puderem experimentar outras "realidades" sobre os modos dessas vivências com as tarefas e os diversos trabalhos, a relação que aí se estabelece.

As actividades ligadas ao trabalho e os seus efeitos ligados a várias exigências, sendo que o tempo é o primeiro factor a ter em atenção, designadamente pelas horas atribuídas.

Não se tem o tempo todo a cada dia é uma "porção", como se de uma doze se tratasse que é necessária para realizar e elaborar uma diversidade de tarefas.

Porquanto, o trabalho é a semelhança de substracto, que contém na sua essência essa "quantidade" infindável de afazeres e tarefas, que se renova todos os dias de forma inextinguível dessa acção laboral.

Sobretudo, porque dela depende toda a sustentabilidade e sobrevivência das pessoas.

Que encontram o motivo das suas vidas, um objectivo aliada a razão e fundamento, uma intuição lógica desse desígnio.


Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

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