quinta-feira, 8 de setembro de 2016

"A irreversibilidade do tempo" (...) 172




Existe uma advertência implícita no nosso subconsciente, uma pergunta: “ O que é mais importante na vida?”.

Para qual resposta é tardia, porquanto, ainda estamos “adormecidos” em que uma visão se descortine no horizonte (…), sem contudo a compreendermos.

A resposta a esta pergunta:  Respondemos  que: esta “vida material” a qual estamos condicionados, e tudo que é condicionado está dependente cuja imposição é feita para obedecer determinadas regras (…), nesta actual  “vida material” que teremos que vivê-la.

O imperativo desta contingência, “viver uma vida” e administra-la não é mais do que dirigir e arcar com o ónus dessa responsabilidade.

Contudo, não é também de  “ânimo leve” que se administra, a formação é necessária, e só adquire conhecimento e metodologia quem (…) para o qual frequentou alguma especialização nesse âmbito.

Há uma série de requisitos que devem nortear aquele que administra como aquela pessoa que tem qualidades , decorrente das várias especialidades ou formações que teve lugar e que as integrou.

Estando por isso apetrechado nessa vertente para transmitir conhecimentos em que outros se lhes seguirão (…).

O tempo em que vivemos apresenta-se desta forma e assim tencionámos reformular novamente a pergunta: 

“O que é mais importante na vida”: A resposta é literal: “Cada um faz o que quer da sua vida, o livre arbítrio está a seu favor.

Mas respondemos a pergunta, lemos algures (…). Uma resposta fantástica e verosímil, dizia-se:  “De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma?!”

É assim quem procede e nem responde por ninguém, nem para si próprio, o sentimento de si (…) esta outra entidade sobrenatural (…) ,  para ele não existe, está fora de questão.

Sim de facto o que é mais substancial é a alma ou espírito, que frequentemente  temos referido  tratar-se de uma parte da nossa composição orgânica.

Sendo evidentemente, esta última parte, por ser virtual, e não haver ainda tanta especulação. Talvez por desconhecimento decorrente da inacessibilidade que se reveste esta matéria, não ter sido aflorada.

Contudo porque sabemos que a constituição orgânica da pessoa humana é formada por corpo-matéria, uma parte, e outra alma, espírito.

Acontece que quanto a primeira parte, porquanto esta temos conhecimento porque vivemos um corpo físico sujeito às leis naturais e consequentemente a degradação da matéria é um facto.

Quanto a esta outra parte, alma ou espírito, porque é sobrenatural, claro que ainda não é possível ,aliás, neste mundo material  é utópico extrapolar outras realidades (…) que não estas que são materiais!

Só podemos falar por enquanto do que é material porque é a nossa experiência, vivemos num corpo material que se degradará, obviamente, aquando da extinção da “vida terrena “.

Certamente que a vivência de determinada vida pressupõe um espaço temporal de vivência, “não se é eterno”, num corpo material,claramente,  noutra  "dimensão de vida", sim porque é virtual, sobrenatural.

A vida material resume-se a esta a actual que vivemos, por isso  acreditamos numa outra “dimensão de vida”, quando esta “vida terrena”, porque termina, quando o seu detentor deixar de viver.

Claramente, quando “alguém” deixar de viver, significa referir que se extingue a sua permanência de “vida  material”.

Reafirmamos que a “vida terrena ou vida material” está condicionada a este espaço de tempo, que “alguém”  poderá “viver”, uma vida longa, ou não.


Assim o nosso discurso procurou a direcção exacta para deixarmos mais algumas considerações, sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

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