Existe uma advertência implícita no nosso subconsciente, uma
pergunta: “ O que é mais importante na vida?”.
Para qual resposta é tardia, porquanto, ainda estamos “adormecidos”
em que uma visão se descortine no horizonte (…), sem contudo a compreendermos.
A resposta a esta pergunta:
Respondemos que: esta “vida material”
a qual estamos condicionados, e tudo que é condicionado está dependente cuja
imposição é feita para obedecer determinadas regras (…), nesta actual “vida material” que teremos que vivê-la.
O imperativo desta contingência, “viver uma vida” e
administra-la não é mais do que dirigir
e arcar com o ónus dessa responsabilidade.
Contudo, não é também de “ânimo leve” que se administra, a formação é
necessária, e só adquire conhecimento e metodologia quem (…) para o qual
frequentou alguma especialização nesse âmbito.
Há uma série de requisitos que devem nortear aquele que
administra como aquela pessoa que tem qualidades , decorrente das várias especialidades ou formações que teve lugar e
que as integrou.
Estando por isso apetrechado nessa vertente para transmitir
conhecimentos em que outros se lhes seguirão (…).
O tempo em que vivemos apresenta-se desta forma e assim
tencionámos reformular novamente a pergunta:
“O que é mais importante na vida”:
A resposta é literal: “Cada um faz o que quer da sua vida, o livre arbítrio está
a seu favor.
Mas respondemos a pergunta, lemos algures (…). Uma resposta
fantástica e verosímil, dizia-se: “De
que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder a sua alma?!”
É assim quem procede e nem responde por ninguém, nem para si
próprio, o sentimento de si (…) esta outra entidade sobrenatural (…) , para ele não existe, está fora de questão.
Sim de facto o que é mais substancial é a alma ou espírito,
que frequentemente temos referido tratar-se de uma parte da nossa composição
orgânica.
Sendo evidentemente, esta última parte, por ser virtual, e
não haver ainda tanta especulação. Talvez por desconhecimento decorrente da
inacessibilidade que se reveste esta matéria, não ter sido aflorada.
Contudo porque sabemos que a constituição orgânica da pessoa
humana é formada por corpo-matéria, uma
parte, e outra alma, espírito.
Acontece que quanto a primeira parte, porquanto esta temos
conhecimento porque vivemos um corpo físico sujeito às leis naturais e consequentemente
a degradação da matéria é um facto.
Quanto a esta outra parte, alma ou espírito, porque é
sobrenatural, claro que ainda não é possível ,aliás, neste mundo material é utópico extrapolar outras realidades (…) que não estas que são
materiais!
Só podemos falar por enquanto do que é material porque é a
nossa experiência, vivemos num corpo material que se degradará, obviamente,
aquando da extinção da “vida terrena “.
Certamente que a vivência de determinada vida pressupõe um
espaço temporal de vivência, “não se é eterno”, num corpo material,claramente, noutra "dimensão de vida", sim porque é virtual, sobrenatural.
A vida material resume-se a esta a actual que vivemos, por
isso acreditamos numa outra “dimensão de
vida”, quando esta “vida terrena”, porque termina, quando o seu detentor deixar de viver.
Claramente, quando “alguém” deixar de viver, significa
referir que se extingue a sua permanência de “vida material”.
Reafirmamos que a “vida terrena ou vida material” está
condicionada a este espaço de tempo, que “alguém” poderá “viver”, uma vida longa, ou não.
Assim o nosso discurso procurou a direcção exacta para
deixarmos mais algumas considerações, sobre o tema a “irreversibilidade do
tempo”. António Cardoso
Sem comentários:
Enviar um comentário