O tempo é a afirmação de determinada atitude pela qual
se tem a convicção, sobretudo pela orientação adoptada ser a melhor.
A irreversibilidade do momento é um facto que
decorre dessa inevitabilidade, porquanto o momento que era, deixa de o ser, por
força da contingência imperativa descrita no tempo incessantemente, uma
repetição gradual e contínua (…).
No entanto, o tempo e a irreversibilidade caminham juntos,
sendo que esta última que vai consumindo os instantes, momentos, que o tempo
descreve em seu movimento circular e assim sucessivamente.
O tempo sugere-nos o acompanhamento de uma visão de
futuro, referimos a uma mudança baseada numa análise racional em que se define
previamente o objectivo que se pretende alcançar.
Quando as mudanças têm como objectivo o
ajustamento ao meio envolvente, uma dinâmica deve ser implementada, porquanto
estamos perante alterações estratégicas que visam algo para melhor.
Contudo as mudanças são planeadas e pretende-se que
elas tenham algum impacto, cujo paradigma dessa mudança alterou
substancialmente o quotidiano a que se estava habituado.
A visão externa dessa mudança é absorvida de ambos os
lados, como num todo, não pode existir uma visão isolada do seu conjunto, nem
fragmentar-se.
A mudança sendo radical detém os mecanismos para
corrigir se for caso disso, decorrente da flexibilidade exigida e que deve
estar assegurada como salvaguarda dessas transformações.
A nossa visão deve ser convergente com espírito do
objectivo traçado previamente, por forma a surtir o efeito desejado e a
consolidação desse desígnio.
É algo imperativo que vive no subconsciente, a procura
da altura e do momento certo, em que uma viragem modifique, pela necessidade de
mudar.
Contudo mudar, é sinónimo de progresso e obrigando aos
demais a fazer concessões e convergir em pontos essenciais em que se empenhe
cujo compromisso pela competitividade é saudável cujo potencial é transversal
as sociedades.
Para ter sucesso é necessário mobilizar as pessoas,
sendo que as mudanças deve agregar um elemento identificador que vise a
necessidade iminente e urgência desses bens ou serviços.
A forma partilhada cuja integração é hoje apresentada
como modelo das grandes superfícies, Lojas de todo o tipo onde a diversidade
prolifera e a procura é rápida e variada, é de facto um salto qualitativo, de
um lado porque pudemos escolher.
E quantitativo, por outro lado,
porque se tivermos em consideração que pudemos adquirir um número ilimitado dos
vários "items" desse grande fórum de lojas, designadamente
pela necessidade de estar consignada num único espaço.
No tempo em que vivemos e atentos ao
desenvolvimento das novas tecnologias, observamos que uma certa criatividade e
evolução, é evidente, assim, pretendemos direccionar um percurso
nesse sentido, na expectativa de alcançar essa rota que nos leva a inovação,
contudo já com ideia formada dessa mudança
Assim na expectativa de puder deixar mais algumas
considerações sobre o nosso tema a “irreversibilidade do tempo, fizemos desta
forma. António Cardoso
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