terça-feira, 20 de setembro de 2016

"A irreversibilidade do tempo" (...) 184




O que acontece no Universo, certamente que a humanidade não tem a presunção de conhecer dada a impossibilidade de quantificar um sem número de acontecimentos, sobretudo  porque os pormenores em certas circunstâncias originaram determinado acontecimento.

É impossível sabermos o que se passa (…), apenas alguns acontecimentos esporádicos esses sim pela sua notoriedade ou gravidade de alguma situação em particular, por exemplo:

Por um lado referir , a gravidade do sismo que ocorreu no dia 1 de Novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, especialmente na zona da Baixa.

O sismo teve repercussões entre os quais  a sequência de maremoto, atingindo localidades mais próximas, designadamente Cacílhas e  Almada,  e dado  o impacto que se propagou para parte litoral inclusívé Setúbal e Algarve.

Sendo que,  por consequência directa foi um dos sismos mais mortíferos da história, que originou decorrente dessa situação uma instabilidade sócio-económica  e política, que foi um facto.

Sendo que  com a adopção  de critérios para conhecer suas causas e efeitos bem como da convivência desse flagelo, embora já ocorrido, imperativo da natureza, impossível de suster.

Por outro lado referir ainda que  no contexto da "Guerra Fria", a novidade do sucesso alcançado pelos EUA.

Pela realidade verificada em 10 de Julho de 1962, quando partiu da base de lançamento de Cabo Canaveral, na Flórida, o foguete com o primeiro satélite comercial para transmissões, o Telstar I.

Que permitiu pela primeira vez a  transmissão ao vivo de um programa de televisão entre os Estados Unidos e a Europa.

No entanto, por parte, da URSS foi também o lançamento do Sputnik, que aconteceu derivando dessas expectativas, em resposta o EUA promoveram o desenvolvimento de pesquisas aeroespaciais, e muitas outras se seguiram após a instalação desse primeiro satélite.

O tempo em que vivemos e face a actual conjuntura existe o desafio num mundo onde o tempo histórico se acelera com a velocidade vertiginosa.

Levando consigo sonhos, realidades, percepções, divagações, perplexidades, uma diversidade  de interrogações para as quais algumas dessas inquietudes têm sido cabalmente respondidas face ao desempenho da tecnologia.

Um ról de transformações materiais e sociais, em prol da humanidade em geral e da pessoa em particular, com a finalidade da integração e estabelecer uma ruptura contra a supremacia que esta exerce por motivos vários sobre os demais.

Entre outros o domínio pelo poder que julgam obter e por motivos culturais e divisionistas colocando de fora o conceito daquilo que é comum, afastando do âmbito de comunidade para dividir entre região de norte e sul, fragmentando o espírito que deveria existir.

A defesa dos interesses humanidade, das grandes maiorias sociais têm impacto na convergência de opiniões, por se estruturar como pensamento desse desígnio o espírito cooperativo, de comunidade, ou associativo, e outros que visem a sua abrangência.

Por constituir responsabilidade de harmonia com os padrões de conduta e convivência aceitáveis como válidos em sociedade sufientemente esclarecidos e que sustentem o desenvolvimento decorrentes de actos e acções direccionados em especializações e formação.

Esta realidade em que os grandes processos sociais tiveram lugar decorrente da inflecção que se operou, para se alterar uma direcção que não se ajustava com determinado modelo de situações.

Das quais essas  oriundas de  algum “cepticismo”por não estarem ainda consolidadas no seio da sociedade em que cujos componentes fundamentais estão agora sintonia com a visão que têm, para o futuro.

O tempo é o momento que, no dia-a-dia se vai construindo em que os homens e mulheres combinam para que o alcance das suas actuações retirem fruto que é o objectivo crucial  em que estão focados, sobretudo pela experiência da decadência em que alguns momentos foram desiguais para os dois.


Assim na expectativa de puder deixar mais algumas percepções sobre o nosso tema  a “irreversibilidade  do tempo”, fizemos desta forma. António Cardoso

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