A actual conjuntura
que envolve o nosso espaço global que é
caracterizada pelas múltiplas contrariedades, um turbilhão de obstáculos e
dificuldades.
Sobretudo, pela adversidade multifacetada de situações dos
problemas cadentes, segundo os quais, designadamente: a segurança, o desemprego,
a promiscuidade decorrente do mercado de trabalho e a consequente dúvida que se mantém quanto
ao futuro.
São estes danos colaterais que enfermam na sociedade sendo
por isso transversal, que urge dar solução que visem esta situação em concreto.
O tempo cujo vínculo com a humanidade, se expressa pela sua ligação intrínseca e de cuja cumplicidade é um facto, uma anterioridade sem precedentes na nossa história civilizacional.
No entanto, a multiplicação de problemas e de cuja tensão não se vê nenhuma solução, continua o impasse a ausência destas
respostas adiam o progresso e o desenvolvimento, bem como o bem-estar da esmagadora maioria das pessoas.
Assim, a premissa de que o “Tempo é dinheiro” porque imprime
uma velocidade à medida deste imperativo, que em negócios e afins se converte em
moeda, este bem material tão apetecível.
Sendo assim, é necessário uma gerência criteriosa e
responsável a altura do nível elevado pretendido que se expressa na sincronia
da produção e da produtividade dos produtos ou serviços.
De facto o pragmatismo destas realidades, decorrente dos
resultados práticos que pela visão materialista associada a prática dessa
utilidade como garantia de sucesso e imediaticidade.
Desse progresso, ressalta a urgente decisão dos problemas
que estão na base da sua execução, sendo resolvidas pela abrangência do
trabalho na sua generalidade, sobretudo pela dimensão manifestada e do padrão de
comportamento e postura que devem ter estas entidades empregadoras.
A economia política destas decisões têm enfoque aquando das
resoluções criadas em prol do trabalho, que expressam pelo seu reconhecimento,
o bem-estar a saudável convivência que se caracterizam no progresso social.
Neste âmbito se integram um rol de trabalhadores diversificado na actividade
laboral, esta empregabilidade pela sua intervenção atempada que se institucionalizou,
veio trazer de novo ao trabalho um grande número daqueles que permaneciam inactivos.
A inserção efectiva no mercado de trabalho, retirou problemas
emergentes que se multiplicavam, por
falta de solução de cuja inércia por parte das instituições se degradou essa
situação.
Na vida e no tempo em que vivemos, é recorrente toda esta
situação um pouco por todo o lado, a situação imediata dos problemas e dentro
deste contexto social, relativamente ao trabalho, pela escassez na sua generalidade, é um
facto por um lado.
Por outro lado, concorrendo negativamente pela abstracção de
certos mecanismos, que não foram accionados em tempo útil, porque se evitaria algum descontrole, que causaram nas pessoas danos, sociais, morais e patrimoniais.
Este "flagelo", provocou inúmeros problemas e a "desaceleração" do crescimento e da economia, parâmetros estatísticos que foram afectados, por um lado também a deslocalização de algumas empresas pela ausência de resoluções práticas, para suster o impacto causado na empregabilidade.
Na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais
algumas considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo",
fizemos desta forma. António Cardoso
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