quinta-feira, 10 de novembro de 2016

"A irreversibilidade do tempo (...) 231




Como tudo na vida (…), uma alteração significa, restringir, ou ampliar ou ainda acrescentar algo que obedeça certas normas e que por consequência a mudança é inevitável.

Num instante, repentinamente, modificou pela alteração julgada conveniente alterou determinado paradigma mudando de aspecto, caracterizadas pela  nova dimensão e qualidade.

A mudança acontece no sentido de transformar, dispor de outro modo, contudo é permanente esta dinâmica, como se tratasse de uma força obrigando a modificar algo para determinado aspecto.

Esta modificação é decorrente da aceleração que a vida leva, fazendo que os seus protagonistas acompanhem o progresso nas diferentes áreas.

Sobretudo pelo fascínio das novas tecnologias, sendo impossível na actual conjuntura, viver sem esses mecanismos cada vez mais versáteis e sofisticados.

A aceleração é expressa pela velocidade, sendo hoje na actualidade esse estado de mudança social imperativo pela sua natureza frenética que inquieta, trazendo um estado deprimente e de frustração, por um lado.

Por outro lado, face a dinâmica da vida a uma velocidade estonteante que envolve pressão, sendo que o temor pelo fracasso se instala, causando o stress e ansiedade.

Contudo, o fracasso é a ausência de êxito, algo que se considera importante, e às vezes, pela sua imprevisibilidade (...) acontece o inverso que abala o subconsciente e retira a convicção e a auto-confiança.

Este colapso emocional, acrescido de outras fragilidades, que denota estado de fraqueza, pelo sentimento negativo de mágoa, ainda não dissipada que provoca o estado de nostalgia latente (...).

É um exercício mental puder lidar com a frustração, contudo a mente necessita do complemento indispensável que é a predisposição anímica e psíquica
.
Que é através do subconsciente onde tudo se processa, contudo o estar só e ouvir esta voz do subconsciente que separa a razão da emoção, trazendo novamente a lógica e a racionalidade.

Na vida e no tempo em que vivemos, sabemos da diferença que existe entre uma vida "vivida” sem brilho, decorrente da opacidade, enclausurada pelo preconceito num "turbilhão de conflitos" e com ambas as sensações, por um lado.

E desta que é "vivida" na autenticidade, no bem-estar e harmonia, em que tudo se conjuga para a relação efectiva e noutras inter-relações, no trabalho, na família ou na sociedade uma sintonia perfeita, por outro lado.

Sabemos contudo, e com ambas sensações, sendo que a primeira é caracterizada pelo "turbilhão de conflitos" e a outra pela doçura destas relações pautadas pela cordialidade, descrição e subtileza.


Assim, o nosso discurso procurou a direcção exacta para deixar mais algumas considerações, sobre o tema a “irreversibilidade do tempo”. António Cardoso

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