sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
"A irreversibilidade do tempo (...) 293
Para o grande universo das pessoas, como é natural e compreensível que se tenha um percurso limitado no tempo (...), como se de um itinerário que cada pessoa tem de percorrer no grande espaço intemporal que é o tempo.
De facto, o tempo é intemporal e sem limites (...), segue um percurso gradual e constante que o descreve na circularidade.
Esta grandeza absoluta e universal, é contudo a semelhança de um "sensor", não se trata de um medidor de sensibilidades, é muito mais do que isso, é algo (...) que responde a determinadas consequências, actos e acções porque se assume como tal (...).
As situações que se sucedem no tempo, um rol interminável de acontecimentos, é lhe reportado como referência, uma descrição sucinta e concisa.
Sobretudo pelas informações que se referem a um relato que se pretende dar a conhecer circunscritas em tempo, hora e lugar de certa ocorrência.
Contudo, existe um tempo que se transforma, pela modificação algo diferente que deu lugar as várias vivências diversificadas do grande universo das pessoas.
A cada uma com as suas questões pertinentes, simples ou não, caracteristícas peculiares que dizem respeito a pessoa em particular.
Que são "vividas" no tempo e que para as quais suscita um compromisso sobretudo que generalize esforços para soluções concretas dentro de um contexto e da realidade conjuntural.
No entanto, tem-se a percepção que as pessoas estão centralizadas e consolidadas, que se reunem "várias coisas" no mesmo centro comum e que as soluções para uns servem os objectivos de outros, pelo espírito solidário em que todos se revêem.
Há convergência, uma verdade insofismável, para reduzir diferenças e que salvaguardem valores essenciais.
Em que a aproximação das possibilidades para construção de uma realidade mais justa e equitativa em que se funda na esperança de um mundo melhor e próspero para todos.
Os acontecimentos se apresentam como uma nova fase da realidade actual (...), segundo a qual não se pode ficar indiferente.
Os paradoxos que refletem uma visão destorcida da realidade que aparentemente evidencia, sendo porém um absurdo pela contradição que enferma.
Há de facto mais solidariedade nas acções que se prendem com a situação conjuntural, que se expressa na autonomia de acesso as instâncias de solidariedade social, no tocante empregabilidade e diversos apoios em que estes são beneficiados, por um lado.
Por outro lado, a abrangência de mecanismos e diversas medidas vieram clomatar a situação em concreto, pela reflexão que mobilizou um amplo debate com soluções práticas implementadas, em que se neutralizou o vazio existente, a inoperatividade e inércia.
Na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas percepções sobre o tema a "irreversibilidade do tempo", fizemos desta forma. António Cardoso
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