segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

"A irreversibilidade do tempo" (...) 260



O tempo é uma existência concreta na vida de cada um, se tivermos em consideração que o homem ou mulher têm o tempo como referência.

Sobretudo, para determinar o começo da sua existência como pessoa, que tem início no dia do seu nascimento, porquanto se vive um tempo que é seu, uma “vigência temporal” X até ao seu términus  que ocorrerá pela falência orgânica.

A vida é para "alguém", algo oculto e íntima que é indispensável ser vivida para se adquirir experiência, em que se reúne vários aspectos, a semelhança de uma estrutura, para se apetrechar do essencial que vai moldar determinada pessoa.

Que se edifica interiormente de valores, porque os adquire, no decorrer dessa vivência para os quais vão servir pela vida fora, ensinamentos e competências, um ról diversificado de conhecimentos úteis.

De facto, a pessoa se expressa em segurança e firmeza pelas suas convicções, em que se consolida o reconhecimento para certas aptidões das quais já possui algum conhecimento, para se estabelecer em alguma profissão e puder tomar o controle do seu percurso pessoal e profissional.

Como tudo na vida (...), tem um começo que marca determinada etapa, um plano que se constrói e se reflecte no futuro como uma oportunidade.

Certamente que há motivos que devem ser referidos, como o limiar de uma direcção assertiva, que se caminhou nesse trajecto, uma consequência pela sensação agradável desse resultado positivo.

É significativo para a vida, uma energia fantástica alimentada pela crença em que se acredita, sobretudo reconhecer o êxito dessa possibilidade favorável.

O caminho que se percorre cujo destino (...) somos nós que o fizemos, no sentido literal do termo, embora certas inevitabilidades (...) condicionam este desígnio.

Contudo subsiste uma intenção em prosseguir determinado objectivo, ou finalidade, e são alguns de facto que o conseguem, com persistência, em que subjacente reside uma forte crença em que se acredita.

Na vida e no tempo em que vivemos, em que tudo é tão relativo (…), a efemeridade da vida, pressupostos e demais conjecturas têm "variantes" causadas pela multiplicidade de várias formas em que poderão ser realizadas diferentemente.

A vida (...) é um fenómeno natural e consequente, implícito em cada um de nós, sobretudo, porque avalia de que forma levamos a vida,  se "displicentemente", ou com a devida responsabilidade?!

Contudo sendo ela, única e indivisível é natural que se  preserve este bem tão precioso (...), indiscutivelmente.


Assim, na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas percepções sobre o tema a "irreversibilidade do tempo", António Cardoso

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